O provedor decidindo com número, não com sensação.
Três frentes, uma regra: primeiro os números aparecem, depois eles melhoram. Diagnóstico da operação, processos redesenhados dentro do IXC e o dashboard que a diretoria abre todo dia — feito por quem opera um provedor.
Primeiro, a empresa como ela é. Depois, para onde ela vai.
Toda operação tem dois resultados: o que a diretoria sente e o que o número mostra. O diagnóstico mede a distância entre os dois — e entrega o mapa para fechá-la.
Sensação não fecha caixa. Número fecha.
O diagnóstico troca a impressão pela leitura real de carteira, caixa, campo e fiscal — direto do IXC, sem planilha paralela.
O que não é medido é adivinhado.
Cada indicador ausente é uma decisão tomada no escuro. Sai a lista dos que existem, dos que faltam e de quem responde por cada um.
Saber onde está, antes de decidir para onde ir.
O resultado é um plano priorizado por retorno, com cronograma e responsável. A direção deixa de ser opinião.
Diagnóstico de gestão
sem compromissoO que você recebe
- Mapa dos processos atuais no IXC
- Gargalos do pedido ao caixa, com valor
- Situação real do caixa e da carteira
- Indicadores disponíveis hoje e os que faltam
- Inconsistências fiscais e de faturamento
- Controles ausentes por setor
- Priorização das ações por retorno
- Plano com cronograma e responsável
O processo que o provedor jura que funciona, desenhado como ele acontece.
Três perguntas por setor: como é hoje, o que ainda não existe e onde o volume para. O resultado é o processo escrito, parametrizado no IXC e treinado com a equipe.
Como acontece hoje
Quem faz, em qual tela do IXC, em quanto tempo e o que fica fora do sistema. O mapa do que existe, sem julgamento.
- Mapa por setor, do pedido ao caixa
- Tempo de ciclo medido em cada etapa
- O que ainda vive na planilha
O que ainda não existe
Rotinas que a operação faz de cabeça e que precisam virar regra escrita, parametrizada e cobrada.
- Régua de cobrança
- Alçadas e aprovações
- Calendário de fechamento
Onde o volume para
Etapas que existem, mas perdem tempo, contrato ou dinheiro entre uma área e outra.
- Fila de instalação
- Cancelamento e retenção
- Faturamento dentro do ciclo
A venda fecha 214 contratos e a instalação entrega 169. Os 45 que somem já estavam vendidos — a perda não está dentro de nenhuma área, está entre elas. Nenhum relatório de setor aponta isso.
Entrega · processo escrito, parametrizado no IXC e treinado com a equipe
A visão geral do provedor, viva.
Base, caixa, churn e campo direto do banco — no painel da diretoria e no celular. Passe o mouse em qualquer ponto para ver o número e troque o período para ver a mesma operação em outra escala.
A pergunta da diretoria, no celular
Seis meses de rito, os mesmos quatro números.
Os indicadores que mais mudam quando o processo passa a ser medido toda semana — no provedor-exemplo, de março a setembro.
Escolha o formato que o provedor comporta.
Quatro formatos, um ponto de partida: o diagnóstico define escopo, prazo e valor de cada um.
Projeto pontual
Um gargalo específico, resolvido com começo, meio e fim.
- Diagnóstico de gestão
- Redesenho de um processo
- Parametrização do IXC
- Construção do dashboard
Acompanhamento mensal
O rito de decisão rodando todo mês, com a Baishift na mesa.
- Fechamento do mês
- Indicadores por setor
- Reunião de resultado
- Cobrança do plano de ação
Controladoria terceirizada
O financeiro rodando com a Baishift, sem montar equipe interna.
- Conciliação bancária
- Recebimentos e cobrança
- Pagamentos
- Relatórios gerenciais
Software e automação
A rotina manual que custa caro vira ferramenta integrada ao IXC.
- Levantamento na operação
- Ferramenta desenvolvida
- Dados integrados
- Sustentação mensal
Escopo, prazo e valor são definidos a partir do diagnóstico · retorno em até dois dias úteis
Para quem serve — e para quem não serve.
Serve bem
- Provedor de 2 mil a 50 mil assinantes que já sente o processo travar
- Diretoria que quer decidir com número, não com sensação
- Quem usa IXC Soft e sabe que usa uma fração do que ele faz
- Quem quer parar de fechar o mês na planilha paralela
Não serve
- Quem quer trocar de ERP em trinta dias
- Quem procura o fornecedor mais barato da praça
- Quem quer dashboard bonito sem arrumar o processo antes
- Quem não vai liberar acesso aos próprios dados
O que todo provedor pergunta antes de começar.
Quanto tempo leva o diagnóstico?
Quarenta e cinco minutos de conversa com a diretoria e duas semanas lendo os números reais do IXC. No fim, você recebe a lista do que resolver, em que ordem e com que retorno esperado.
Preciso contratar alguma coisa depois do diagnóstico?
Não. O diagnóstico é sem compromisso. Cada etapa seguinte tem entrega e preço próprios, e você decide subir a próxima só depois de ver o resultado da anterior.
Para qual tamanho de provedor faz sentido?
Provedores de 2 mil a 50 mil assinantes que já sentem o processo travar: fila de instalação, cobrança atrasada, fechamento na planilha paralela. Abaixo disso o processo costuma caber na cabeça do dono; acima, a estrutura já é outra.
Preciso liberar acesso aos meus dados?
Sim. O trabalho é feito com os números reais do IXC — carteira, caixa, campo e fiscal. Sem acesso aos dados não há diagnóstico, só opinião.
Vou precisar trocar de sistema?
Não. Os processos são redesenhados e parametrizados dentro do IXC, e o dashboard lê o banco do sistema que já está na operação. Quem quer trocar de ERP em trinta dias não é o perfil.
Como funciona a contratação?
Quatro formatos: projeto pontual com escopo fechado, acompanhamento mensal, controladoria terceirizada ou software sob medida. Depois da primeira conversa, a Baishift retorna com o escopo, o prazo e o formato que faz sentido para o seu provedor.